sábado, 14 de agosto de 2010

Perdão ou não

Filó, tenha dó de mim
Eu não quero partir
Tenho tudo aqui
tenho tudo em ti
e os garotos logo ali.

Como fica a solidão
De um rabujo-homem
Perdido na sombra e no sol
Entre o cacto e a água que somem
Entre a árvore retorcida do velho lobisomem

Ponho a comida como sem pressa.
Entorto o corpo, faço a casa pra que você me pessa
Pra ficar juntinho comigo q é bom a beça
Com vocês meu coração velho não falta nenhuma peça.

Homem, você me consome
Tem de dia que me ama e de noite nos joga a lama
Tenho anos de amor por vosmecê, mas nao tenho q ter
mais paciência, se te permito ficar, eu perco a descência
Teu coração pertencia a familia pouca, mas teu corpo a uma outra louca.

Um comentário:

Clarissa Santos disse...

Oi André, gostei das rimas :B
Obrigada pelo comentário no meu blog. Que bom que gostasse!
Vou tentar voltar a atualizar, fica acompanhando :)

beijos :*